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POR QUE EXISTIMOS

 

Acreditamos que a falta de pertencimento das pessoas para com a NATUREZA nos levou ao cenário atual de degradação e dos mais diversos impactos NEGATIVOS ao NOSSO MEIO AMBIENTE.

Com o intuito de PROPORCIONAR  o DESPERTAR da importância para uma RELAÇÃO HARMÔNICA  entre HUMANOS E NATUREZA nasceu a SOUL VERDE.

NEGÓCIO DE IMPACTO SOCIOAMBIENTAL que visa contribuir para a TRANSFORMAÇÃO DAS CIDADES PARA ambientes SUSTENTÁVEIS E RESILIENTES, onde todos os seres vivos têm direito a vida de forma JUSTA E IGUALITÁRIA.

Com uma visão SISTÊMICA nos alinhamos aos OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEIS  DA ONU (ODS):

 
 

SOUL VERDE foi selecionada pelo Quintessa e o Instituto Vedacit como organizações que atua na temática "cidades sustentáveis" para fazer parte do MAPA CIDADES SUSTENTÁVEIS -
O objetivo do mapeamento é contribuir para o fortalecimento do ecossistema, dando visibilidade para organizações que estão atuando nas cidades brasileiras nas mais diversas frentes.

Mais infos: 

http://bit.ly/mapacidadessustentaveis

 

Fundadora

ELIS CRISTINA

Alma verde,

Sou Natureza! 

E no encanto pelo despertar,

Empreender é o meu estar!

Enquanto a curiosidade me faz ensinar,

Aquilo que a Natureza quer nos falar!

Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Especialista em Gestão de Produtos e Serviços pela Escola Politécnica da USP, a arquiteta da paisagem, Elis Cristina, fundou a Soul Verde, o resultado da soma de sua curiosidade, inquietude e vontade de contribuir para um planeta sustentável. 

Hoje estuda e se dedica à educação ambiental, igualdade de gênero,  jardinagem e agroecologia.

 

"Todavia, é na frente das plantas que resulta necessário perguntar-se o que seja um vivente e o que significa estar no mundo. É observando e estudando as plantas que vamos conseguir entender do que é capaz de verdade a mente, e o que pode o espírito. Afetam uma soberana indiferença: ao nosso mundo de homens, à cultura dos povos, à sucessão dos reinos e das épocas do espírito. Podem ser muitos elegantes, mas não seguem modas. Contudo, nenhum outro ser vivente contribui tanto quanto eles para a qualidade estética do cosmo.Parecem ausentes, como blindadas no seu sonho químico. Não têm sentidos. Mas não é fechamento: ninguém mais que elas aderem ao mundo ao seu redor. Estão perenemente, constantemente expostas ao mundo e ao próprio ambiente. Não precisam de órgãos de sentidos porque – à diferença da maioria dos animais superiores –, não têm uma relação seletiva com o mundo ao seu redor. São a vida em exposição global, em continuidade absoluta, em comunhão absoluta com aquilo que as circunda. Por isso não precisam mover-se. Não mover-se significa aderir completamente àquilo que acontece e ao que as rodeia. Uma planta não é separável do mundo que a recebe. É a forma mais intensa e paradigmática do ser-no-mundo.As metrópoles modernas as consideram ornamentos desnecessários da mobília urbana. Fora dos muros são hóspedes ingratos – ervas daninhas – ou objetos de produção de massa para conseguir proventos sempre mais escassos. Apesar disso, foram elas que deram a vida à atmosfera onde podemos sobreviver: sem elas a terra seria tão inóspita para nós, quanto qualquer outro planeta do sistema solar." Emanuele Coccia