Chuvas extremas, ilhas de calor e solo impermeável: o que sua empresa precisa enfrentar em 2026
- Elis Cristina

- 7 de jan.
- 2 min de leitura

O ano de 2026 começa com um alerta claro para empresas de todos os setores: os eventos climáticos extremos deixaram de ser exceção. Chuvas intensas, alagamentos, ondas de calor e longos períodos de seca já fazem parte da nova realidade — e impactam diretamente operações, infraestrutura, custos e reputação corporativa.
Nesse cenário, surge uma pergunta estratégica:sua empresa está preparada para enfrentar os riscos climáticos do território onde está inserida?
Grande parte dos empreendimentos corporativos ainda segue um modelo ultrapassado de ocupação do solo:
grandes áreas pavimentadas
pouca ou nenhuma vegetação funcional
drenagem baseada apenas em tubulações
O resultado é conhecido:
alagamentos frequentes
sobrecarga dos sistemas pluviais
aumento da temperatura local
degradação do solo e da biodiversidade
Esses fatores não são apenas ambientais — são riscos operacionais e financeiros.
Áreas com baixa cobertura vegetal e excesso de concreto podem registrar temperaturas até 7 °C mais altas do que regiões arborizadas. Para empresas, isso significa:
maior consumo de energia com climatização
desconforto térmico para colaboradores e usuários
redução da vida útil de materiais e equipamentos
impacto negativo na saúde e produtividade
Paisagens puramente decorativas não resolvem esse problema. É preciso planejar áreas verdes com função climática.
Com volumes de chuva cada vez mais intensos e concentrados, sistemas convencionais já não dão conta. É aqui que entram as Soluções Baseadas na Natureza (SBN) aplicadas ao paisagismo corporativo.
Entre elas:
jardins de chuva
áreas de infiltração e retenção
solos estruturados e permeáveis
valas vegetadas e biovaletas
restauração do solo como elemento ativo
Essas soluções reduzem alagamentos, desaceleram o escoamento da água e aliviam a pressão sobre a drenagem urbana, ao mesmo tempo em que qualificam o espaço.
Empresas que enxergam o paisagismo como infraestrutura verde avançam em três frentes essenciais para 2026:
Adaptação climática – redução de riscos físicos
ESG e compliance ambiental – com ações reais, não cosméticas
Valorização do ativo imobiliário – espaços mais resilientes e eficientes
Não se trata de “ter mais verde”, mas de ter o verde certo, no lugar certo, com função definida.
Na Soul Verde, o paisagismo é pensado como solução sistêmica, integrando:
leitura climática do território
diagnóstico do solo e da água
planejamento paisagístico regenerativo
soluções de drenagem sustentável
aumento da biodiversidade funcional
Cada projeto busca transformar áreas vulneráveis em paisagens resilientes, vivas e aliadas do clima.
Adiar decisões pode significar:
prejuízos operacionais
obras corretivas emergenciais
exposição a riscos climáticos evitáveis
Planejar agora é mais eficiente — e mais econômico — do que remediar depois.
Entre em contato com a Soul Verde e avalie como o paisagismo regenerativo pode proteger seu empreendimento frente aos desafios climáticos de 2026.
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