Rewilding urbano: por que devolver espaço à natureza é uma estratégia corporativa inteligente
- Elis Cristina

- há 6 dias
- 2 min de leitura

Durante décadas, o planejamento urbano — inclusive em áreas corporativas e industriais — foi baseado na supressão da natureza, impermeabilização do solo e controle excessivo da paisagem. Hoje, diante da crise climática, da perda de biodiversidade e das novas demandas ESG, esse modelo já não se sustenta.
É nesse contexto que o Rewilding urbano surge como uma estratégia ambiental, climática e corporativa de alto valor.
Rewilding urbano é o processo de devolver espaço e autonomia à natureza dentro das cidades, permitindo que ecossistemas locais se regenerem com mínima interferência humana planejada.
Na prática, isso significa:
Priorizar espécies nativas;
Recuperar solos degradados;
Criar habitats funcionais para fauna e flora;
Reduzir manutenção intensiva e insumos artificiais;
Integrar a natureza como infraestrutura viva.
Não se trata de “abandonar” áreas verdes, mas de planejar paisagens que evoluem, se adaptam e prestam serviços ecossistêmicos reais.
Para organizações com metas ambientais, climáticas e de ESG, o rewilding deixa de ser um conceito ambientalista e passa a ser uma decisão estratégica, pois;
1-Fortalece a agenda ESG ao contribuir com a conservação da biodiversidade, o uso responsável do solo, a adaptação às mudanças climáticas e Indicadores ambientais mais robustos e mensuráveis. Esses resultados fortalecem relatórios de sustentabilidade, auditorias ESG e compromissos públicos da empresa.
2- Reduz de custos operacionais no médio e longo prazo, ao exigirem menos irrigação, menos poda e manutenção intensiva, diminuem uso de fertilizantes e defensivos e são mais resilientes a eventos climáticos extremos. Ou seja, menos custo e mais eficiência ambiental.
3- Infraestrutura natural contra riscos climáticos, atuando como uma infraestrutura verde funcional, que ajuda à absorver e infiltrar água da chuva, reduzir alagamentos, mitigar ilhas de calor e melhorar o microclima local. Esses benefícios são especialmente relevantes para indústrias, condomínios corporativos e empreendimentos logísticos.
4- Valorizar a imagem institucional, demonstrando na pratica que vão além do discurso ambiental, investem em soluções baseadas na natureza e estão alinhadas às demandas climáticas globais. Isso fortalece marca empregadora, reputação e relacionamento com stakeholders.
O rewilding não é restrito a parques ou áreas públicas. Ele pode ser implementado em:
Áreas corporativas e administrativas;
Entornos industriais;
Hotéis e resorts;
Condomínios empresariais;
Áreas de amortecimento ambiental;
Terrenos ociosos ou subutilizados.
Com planejamento técnico, essas áreas deixam de ser passivos ambientais e se tornam ativos ecológicos e climáticos.
Um erro comum é confundir rewilding com falta de gestão.Na Soul Verde, o rewilding é sempre o resultado de diagnóstico ambiental detalhado, planejamento paisagístico regenerativo, escolha criteriosa de espécies e monitoramento da evolução do ecossistema. O resultado são paisagens mais vivas, resilientes e alinhadas ao futuro climático das cidades.
Sendo assim, nós da Soul Verde desenvolvemos projetos que:
Regeneram áreas degradadas;
Reintroduzem biodiversidade funcional;
Integram paisagismo, drenagem sustentável e restauração ecológica;
Transformam espaços corporativos em soluções baseadas na natureza.
Cada projeto é pensado para gerar impacto ambiental positivo, valor estratégico e adaptação climática real.
Quer transformar sua área em uma paisagem viva e resiliente?
Fale com a Soul Verde e descubra como aplicar o rewilding urbano no seu empreendimento.
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